Era uma nuvem, uma capacidade de dissipar; reagrupar; reinventar enorme.
Aparentemente, só maciez. Mas para si... Real existência?
Não sentia.
E quando sentia, pesava, acinzentava, enegrecia e chovia. Precisava extravasar.
Nem todos os dias se via. Nem sempre que se via estava igual. Inconstante.
Enfeitava e enfeiava céus de dias que, dependendo de quem olhava, podiam ser qualquer coisa.Qualquer humor. Tomando formas e significados individuais. Vai saber...
Era uma nuvem.
Ora grande, ora pequena. Ora era, ora não era.
( 06/12/2011 )
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Eis o futuro membro da academia brasileira de letras !
ResponderExcluirSeus poemas tem um peso que eu não costumo ver por ai !
Cadê você? Moça sem solidão.
ResponderExcluirAbraços.
“Para o legítimo sonhador não há sonho frustrado, mas sim sonho em curso” (Jefhcardoso)
Convido para que leia e comente “ONDE OS FRACOS NÃO TÊM VEZ” no http://jefhcardoso.blogspot.com/